Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Síntese 3 (parte 1) - “Ambiente Virtual para Análise de Software Educativo”

Síntese:

         Este artigo descreve o desenvolvimento de um ambiente virtual para análise de software educativo, isto é, análise de um conjunto de métodos que articulam processos de classificação e avaliação desses materiais.

         Actualmente, existe uma grande variedade de sites educativos que auxiliam o aluno e o professor na busca de informação. Esses ambientes virtuais são classificados de acordo com as finalidades que oferecem e com os objectivos pedagógicos: aplicações hipermédia para fornecer instrução distribuída, sites educacionais, sistemas de autoria para cursos à distância, salas de aulas virtuais, frameworks para aprendizagem cooperativa, ambientes distribuídos para aprendizagem cooperativa e por fim, portais educativos (ver tabela).

Classificação quanto às finalidades que oferecem e com os objectivos pedagógicos

Aplicações hipermé-dia para fornecer instrução distribuída

nela encontramos dois tipos de abordagens

cursos multimédia com objectivos pedagógicos bem definidos

cursos hipertexto que são meramente páginas web que exercem o papel de um livro-texto

Sites Educacionais

neles encontra um conjunto de finalidades – biblioteca de software educativo, espaços para comunicação, catálogos de software para download, links para outras páginas web e jornais

Sistemas de autoria para cursos à distância

evidenciam-se por prover um ambiente de criação e execução de cursos pela internet. São fracos em relação à interacção entre alunos e professores

Salas de aulas virtuais

fornecem um suporte de cooperação entre o professor e os alunos através de algumas ferramentas disponíveis – newsgroups, fóruns, chats e e-mail

Frameworks para aprendizagem cooperativa

em contraposição com os sistemas de autoria para cursos à distância que são fáceis de usar, mas pouco flexíveis, os frameworks são flexíveis, pois permitem, a partir de componentes básicos de interface e de objectos fornecidos pelo software, o desenvolvimento de aplicações cooperativas personalizadas

Ambientes distribuí-dos para aprendiza-gem cooperativa

este são dirigidos para o desenvolvimento de meta-habilidades cognitivas, ou seja, fornece aos seus usuários um ambiente em que todos possam compartilhar experiências e discutir questões em grupos

Portais educativos

tem como principal função distribuir a informação. Nela pode conter informações gerais de instituições, cursos, recursos adicionais como notícias, artigos de interesse geral e de investigação, livros electrónicos - e-books -, guias para a avaliação de ferramentas, etc., ou, pode prover alguns mecanismos de comunicação síncrona e assíncrona

 

         Uma das formas de abordar o conceito de software educativo junto dos docentes é apresentando-lhes as classificações desses materiais. Para depois analisarem-se os quatro métodos de classificação do software educativo: a primeira classificação apresenta a dicotomia softwares abertos e fechados; a segunda classifica o software pelo nível de aprendizagem dos alunos. A terceira relaciona o tipo de software ao tipo de objectivo pedagógico. E por fim, a quarta faz uma reflexão sobre a contribuição dessas classificações para a prática do docente.

         O método mais simples de classificação de software educativo é o primeiro, através da dicotomia aplicativos fechados e abertos(ver tabela).

Classificação quanto aos métodos
Aplicativos fechados

são referentes à classificação de softwares educativos que permitem pouca ou nenhuma criação de situações problemas por parte dos professores ou de soluções alternativas por parte dos alunos a partir da modificação no software.

O paradigma de aprendizagem e desenvolvimento subjacente à criação desse tipo de software é o behaviorismo.

Aplicativos abertos

permitem que professores e alunos criem problemas e soluções criativas. Isto é, os softwares são flexíveis, logo, permitem a expressão de formas criativas de soluções. Para tal, os modelos cognitivos que subjazem a criação e as orientações para o uso de aplicativos abertos são variados.

Esses aplicativos têm orientações construtivistas.

 
 
 
Continuação (parte 2)
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